Homenagens póstumas

Bom dia,

Pra variar, um tempão sem postar. Também, ninguém lê essa joça mesmo, hahahahaha.

Mas o assunto do post: homenagens póstumas.

Ontem, ou anteontem, bom, um dia desses aí, Jece Valadão, ícone da cafagestagem nacional, partiu desse puteiro pra um melhor. Legal, grande ator (não conheço quase nada do trabalho do cara, foi o jornal que disse!), teve seus filhos, seus casamentos…

Mas, de repente, o cara virou um santo: Jece Valadão, talento infindável preso ao estereótipo de cafageste, estampam jornais e blogs.

Eu, pessoalmente, vi muitas entrevistas nas quais ele deu declarações polêmicas, falando mal de homossexuais e afins. Recentemente, tinha virado pastor de alguma igreja evangélica da qual eu não sei o nome, disse ter se reformado.

Ótimo, acredito da redenção de uma pessoa, no reconhecimento de seus erros. Mas não nessa mídia porca, que diante da morte de alguém, só se lembra das qualidades. Aliás, pura hipocrisia humana, pois isso acontece também na vida cotidiana.

E quer saber mais? Logo, logo, tem o Sarney, o ACM, e um sem número de seres maléficos à nossa sociedade que, ao falecerem, serão lembrados pelos seus lindos, grandes e maravilhosos atos, ao invés da canalhice e safadeza demonstrados em sua vida política e social.

Sendo assim, quando eu morrer, dêem o corpo aos cães. Pelo menos eles saberão fazer justiça.